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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Tecnologia aproveita fluxo de água em canos para gerar energia limpa





A cidade de Portland, no Oregon, EUA, anunciou o teste de um novo sistema de produção de energia limpa. A tecnologia consiste, basicamente, em turbinas instaladas nas tubulações de água, que funcionam como pequenas hidrelétricas.
Apelidado de LucidPipe, o sistema deve produzir energia suficiente para abastecer 150 residências. A empresa responsável pelo projeto é a Lucid Energy, que ofereceu um contrato de 20 anos com a prefeitura local para a produção de energia limpa.



Esta é a segunda vez que a empresa aplica a tecnologia no sistema de distribuição de água, Os primeiros testes foram realizados na Califórnia. Apesar de ser pouco utilizada até o momento, o intuito da empresa fabricante é justamente tirar o projeto do papel para provar que ele funciona de verdade. “É fundamental ter exemplos reais do funcionamento da tecnologia para provar que é confiável, durável e que faz sentido”, explicou o CEO da Lucid Energy, Gregg Semler, ao jornal The Oregonian.


A turbina foi instalada em Portland sem custo algum para o município. Em contrapartida, a estrutura é fruto de um investimento privado de US$ 1,7 milhão. Para ter o retorno do investimento, a empresa venderá a energia para a companhia local de eletricidade, em um contrato de US$ 2 milhões por vinte anos. Conforme noticiado pela imprensa local, o tubo tecnológico está em fase de testes, mas deve estar em pleno funcionamento nos próximos dois meses.


Fonte: http://ciclovivo.com.br/noticia/tecnologia-aproveita-fluxo-de-agua-em-canos-para-gerar-energia-limpa

Portos Baianos batem Recorde de Movimentação

Em 2014, operação nas unidades de Aratu, Salvador e Ilhéus cresceu 11,5%, 9,7% e 27,8%, respectivamente


Portos da Bahia
Segundo o balanço final divulgado pela Secretaria de Portos, movimentação de cargas nos portos do Estado da Bahia foi recorde no ano passado, com destaque para o de Aratu, que movimentou mais de 6,4 milhões de toneladas, crescendo 11,5% em relação a 2013.
Também houve recorde de movimentação de carga nos portos de Salvador (mais de 4 milhões de toneladas, 9,7% a mais do que em 2013) e no de Ilhéus (506 mil toneladas, crescimento de 27,8%).
“Atingimos esse resultado, porque adotamos uma política de atuação conjunta do poder público e a iniciativa privada em defesa do segmento portuário baiano. Ao mesmo tempo, nos portos públicos, desenvolvemos uma estratégia comercial agressiva, que nos possibilitou atrair para a Bahia a produção de outros estados e a diversificação dos produtos da nossa pauta de operação” explicou o presidente da Codeba (Companhia das Docas do Estado da Bahia), José Muniz Rebouças.
A movimentação de cargas nos portos públicos e terminais de uso privado no Brasil aumentou em 10% em 2014, o que significa um total de 40 milhões de toneladas.

Santos Brasil bate recorde de produtividade na unidade de Imbituba (SC)

Terminal de contêineres administrado pela companhia alcançou marca de 77,91 movimentos por hora na operação de uma única embarcação

Porto de Imbituba (SC) 



O terminal de contêineres administrado pela Santos Brasil no Porto de Imbituba (SC) registrou novo recorde de produtividade no dia 14/1, ao alcançar a marca de 77,91 MPH (movimentos por hora) na operação de uma única embarcação.

O resultado positivo ocorreu durante o embarque e descarga do navio Monte Pascoal, da Hamburg Süd, quando foram realizados 596 movimentos em 7,75 horas.
Antes, o recorde da instalação portuária era de 73,75 MPH, obtido na operação do navio Monte Cervantes, do mesmo armador, em outubro do ano passado.

“Desde que o terminal foi adquirido pela Santos Brasil, em 2008, fizemos investimentos de mais de R$ 520 milhões em obras de expansão, aquisição de equipamentos e treinamento. Mantemos o foco no cliente para aperfeiçoar nossas operações de costado e pátio, a fim de torná-las cada vez mais eficientes em um menor tempo possível”, comenta o gerente-executivo da Santos Brasil em Imbituba, Paulo Pegas.

Walmart Qualificação Gratuita

Qualificação de Graça no Varejo




Ainda dá tempo de garantir uma qualificação de graça antes do Carnaval. O Instituto Walmart está selecionando 100 jovens com idade entre 17 e 24 anos, que estejam cursando o 3º ano ou já tenham concluído o ensino médio em escola pública, para o curso de Liderança no Varejo. Com uma carga horária de 300 horas, o treinamento será realizado pela Escola Social do Varejo, no bairro de Pau da Lima, e será composto de aulas teóricas e práticas. O início está previsto para o próximo dia 23. Além de material didático, os jovens selecionados recebem uniforme, lanche e transporte. As inscrições devem ser realizadas até o próximo dia 10 pelo e-mail esv.maxxiatacados@gmail.com.

Fonte: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/cartao-de-ponto-qualificacao-de-graca-no-varejo/?cHash=403ee4bd98c971a9f55b0766c0a1aa07

Planeje sua Carreira Profissional

 Planejamento Profissional
Planejamento de Carreira
Cada pessoa dispõe de uma carreira profissional única. O seu planejamento deve contemplar os objetivos e metas de curto, médio e longo prazos.
Como elaborar um plano de ação?
Pegue caneta e papel e faça anotações sobre a sua carreira profissional. Lembre-se de que um bom planejamento deve ser flexível e permitir mudanças quando a realidade do mercado de trabalho e das profissões assim indicarem.
1) Onde estou?
Aqui você deve relacionar as habilidades e competências que possui e
quais necessita desenvolver. Vejamos alguns exemplos: comunicar,
atender, vender, negociar, usar a informática, relacionar com pessoas, entre outras.
2) Estou satisfeito com a minha profissão?  Estou insatisfeito?
Relacione os principais motivos da sua satisfação e ou insatisfação.
 
3) Penso em mudar de profissão?
Mencione os motivos e para qual profissão irá mudar.

4) Quais as atuais e futuras ameaças à minha profissão?
Mencione a possibilidade das suas funções serem realizadas pela máquina, retração do mercado de trabalho ou excesso de profissionais atuando.
5) Quais as atuais e futuras oportunidades no meu segmento profissional?
Quais as necessidades dos seus clientes? De que maneira as tecnologias podem favorecer o seu trabalho? Quais habilidades e competências você
necessita desenvolver para se diferenciar dos concorrentes?
O Projeto Você
Tão importante quanto dispor de um planejamento profissional, é possuir metas pessoais. Parece algo óbvio, entretanto, há profissionais que têm planos de metas para a profissão e se descuidam da vida pessoal. Têm uma vida pessoal completamente fora dos padrões e não se preocupam com a saúde física, mental e financeira. Abaixo relacionamos algumas perguntas para você:
a) Quem sou eu e como desejo ser lembrado?
Quais são as razões para a sua existência? Qual o seu legado de vida?
b) Quais são os meus valores – o que julgo importante?
Religião, família, esporte, bens materiais…
c) Quais os meus pontos fortes na vida pessoal? E os pontos fracos?
d) Quanto tempo do meu dia ou semana fico pensando no passado?
    E no presente? E no futuro?
e) Quais metas são mais importantes e vão fazer diferença em minha vida pessoal?
(dedicar mais à família, casar, filhos, estudar, ter amigos, etc.)
f) Quem pode me ajudar na concretização das metas?
Há um samba cantado por Zeca Pagodinho que afirma: “…deixa a vida me levar… vida leva eu…” No samba este ditado pode ser válido. Na vida real, é algo extremamente arriscado deixar tudo por conta do acaso. É claro que um bom plano exige flexibilidade e que seja passível de execução.
Fique atento às mudanças econômicas e políticas do Brasil, pois elas podem interferir direta e indiretamente em nossa profissão.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Hora extra vale mais do que hora normal de trabalho?

 Hora extra: no mínimo vale mais 50% do que a hora normal de trabalho.

* Resposta de Sônia Mascaro Nascimento, sócia do escritório Mascaro Nascimento Advocacia Trabalhista e diretora do Núcleo Mascaro
 
 Vale sim. De acordo com a legislação trabalhista vigente, a duração normal do trabalho é de, no máximo, oito horas diárias e 44 semanais. O que ultrapassar esse limite será considerado como hora extra e terá um adicional de, no mínimo, 50% sobre o valor da hora normal de trabalho. 
Exemplificando: caso a valor-hora do colaborador seja de R$ 20,00, o valor da hora extra será de R$ 30,00. Lembrando que, por acordo ou convenção coletiva, as categorias de trabalho poderão aumentar o valor do adicional, nunca diminuir esse piso mínimo.
O direito brasileiro prevê as seguintes hipóteses para a hora extra:
 
1. Por acordo de prorrogação de jornada (artigo 59, caput, CLT) – trata-se de um acordo entre a empresa e o colaborador, que estabelecem a prestação de horas extras, no limite máximo de duas horas diárias;
 
2. Por acordo de compensação de horário (artigo 59, parágrafo 2º, CLT) – é o conhecido “ Banco de horas”: há um acordo formal de compensação entre a empresa e colaborador, que distribuem as horas de trabalho ao longo da semana, desde que o limite de duas horas diárias continue sendo respeitado;
 
3. Por motivos de força maior e por motivos de serviços inadiáveis (artigo 61, caput, CLT) - nesta hipótese não há acordo pré-determinado, pois a empresa pode exigir unilateralmente do colaborador a prestação de serviço em horário extraordinário, por motivos de força maior (acontecimento inevitável que independa da vontade do empregador);
 
4. Por motivos de reposição de paralisações (artigo 61, parágrafo 3º, CLT) – ocorrido o evento de força maior, o tempo perdido poderá ser reposto, com 2 horas extras, no limite de 10 horas diárias, por um período máximo de 45 dias por ano.
Por fim, ressaltamos que a justificativa para a ocorrência do adicional ao valor da hora extra está relacionada à saúde e segurança do trabalho, considerando a fadiga acumulada no decorrer do expediente.


Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/hora-extra-vale-mais-do-que-hora-normal-de-trabalho



Hackers roubam milhões de senhas de seguradora

            
 Hacker: a invasão à seguradora Anthem foi mais um numa série de ataques a grandes empresas americanas


São Paulo -- Milhões de senhas de clientes da Anthem, uma das maiores empresas de seguro-saúde dos Estados Unidos, foram furtadas por hackers. Numa mensagem em seu site, a Anthem reconhece que foi vítima de um “sofisticado ciberataque”.

“Informações pessoais dos clientes da Anthem, incluindo as minhas, foram obtidas durante essa violação de segurança. Nós compartilhamos sua preocupação e sua frustração. Eu asseguro que estamos trabalhando sem parar fazendo tudo que podemos para proteger melhor seus dados”, afirma Joseph Swedish, CEO da Anthem, num comunicado.

A empresa diz que detectou a invasão no último dia 29. Agora, o ataque está sendo investigado pelo FBI. Além disso, a Anthem contratou a empresa especializada Mandiant para ajudá-la a encontrar e corrigir brechas de segurança em seus computadores.

Embora os hackers tenham tido pleno acesso às contas, Anthem afirma que não encontrou evidências de que informações sobre a saúde dos clientes ou dados de seus cartões de crédito tenham sido roubados.
Ela diz que vai oferecer, aos clientes afetados, um serviço gratuito de proteção de identidade e monitoração de crédito. O objetivo seria detectar e impedir eventuais usos criminosos das informações furtadas.

O ataque é mais um numa série de invasões a computadores de grandes empresas americanas. Há pouco mais de um ano, hackers roubaram dados de cartões de crédito de 40 milhões de clientes da rede de supermercados Target.

Poucos meses depois, invasores furtaram informações pessoais de 83 milhões de correntistas do banco JPMorgan Chase. E, em novembro, hackers atacaram os computadores da Sony Pictures e roubaram uma enorme quantidade de dados armazenados, incluindo filmes ainda inéditos.

O governo americano afirmou que a Coreia do Norte seria responsável pelo ataque à Sony Pictures. O diretor de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, James Clapper, disse que aquele foi o pior ciberataque já registrado contra interesses americanos.

Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/hackers-roubam-milhoes-de-senhas-de-seguradora

Petróleo sobe com dados do auxílio-desemprego nos EUA

    Petróleo: contratos de petróleo bruto para março fecharam a US$ 50,48 por barril na Nymex



Nova York - Os preços do petróleo tiveram uma alta forte nesta quinta-feira, 5, recuperando terreno depois das quedas na véspera (de 8,7% em Nova York e de 6,5% na Europa).

O mercado reagiu positivamente ao indicador de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA e à elevação das previsões da Comissão Europeia para o PIB da zona do euro.

O número de pedidos de auxílio-desemprego alcançou 278 mil na semana até 31 de janeiro, com crescimento de 11 mil em relação à semana anterior; a expectativa dos economistas era de 290 mil pedidos.
A Comissão Europeia elevou sua previsão para o PIB da zona do euro para 1,3% neste ano e 1,9% em 2016; as previsões anteriores eram de 1,1% para 2015 e de 1,7% para 2016.

Um relatório do Société Générale afirmou que os estoques cada vez maiores de petróleo vão fazer crescer a pressão sobre os preços.
Já os analistas do BNP Paribas disseram que a temporada de suspensão das atividades de várias refinarias norte-americanas para manutenção sazonal deverá fazer os estoques crescerem ainda mais.

A JBC Energy observou que o Brasil e o Iraque estão produzindo quase 1 milhão de barris por dia a mais do que há um ano.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), os contratos de petróleo bruto para março fecharam a US$ 50,48 por barril, em alta de US$ 2,03 (4,19%).

Na Intercontinental Exchange (ICE), os contratos do petróleo Brent para março fecharam a US$ 56,57 por barril, em alta de US$ 2,41 (4,45%).

Fonte: Dow Jones Newswires.
http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/petroleo-sobe-com-dados-do-auxilio-desemprego-nos-eua

JadLog cresce 11,7% em 2014



A JadLog faturou R$ 353 milhões em 2014, o que representou um crescimento de 11,7% em comparação ao resultado de 2013.

Contribuiu, para esse desempenho, a forte atuação comercial da rede franqueada JadLog, composta por mais de 500 unidades espalhadas pelo Brasil, que ampliou os negócios de transporte de encomendas, principalmente nos segmentos de confecção, material promocional, autopeças, eletroeletrônicos e cosméticos, bem como na modalidade de encomenda reversa, modal muito procurado pelo mercado.

Prova disso foi o movimento registrado nos meses de novembro e dezembro, quando a JadLog embarcou pouco mais de um milhão de encomendas, ou cerca de 15% a mais do que no último bimestre de 2013, quando foram transportadas 870 mil encomendas.

Em  2015, a JadLog manterá o mesmo ritmo de investimentos feitos nos anos anteriores, provisionando R$ 20 milhões para renovação de frota terrestre, incrementos de TI, treinamentos, equipamentos operacionais e instalações. “Vamos passar longe dessa desaceleração econômica. O ano de 2015 já começou movimentado, com a expansão de negócios junto aos nossos atuais clientes e a busca por novos embarcadores, através da ação comercial da rede franqueada JadLog”, afirma o diretor comercial, Ronan Hudson.

Fonte: http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/36714/jadlog-cresce-117-em-2014/

Governo prepara pacote para concessão de hidrovias




Após determinação do Palácio do Planalto, o Ministério dos Transportes começou a trabalhar no projeto de inclusão das hidrovias no Plano de Investimentos em Logística (PIL), programa pelo qual o governo federal faz concessões de projetos de infraestrutura à iniciativa privada. A expectativa é de que as primeiras licitações possam ocorrer ainda em 2015, provavelmente das hidrovias dos rios Madeira e Tocantins.

O PIL se concentrou originalmente em concessões de rodovias, aeroportos, ferrovias e portos, além do malfadado projeto do trem-bala. Enquanto rodovias e aeroportos tiveram êxito nas primeiras concessões, nas ferrovias e portos o plano não saiu do papel. As licitações das estradas de ferro ainda esbarram na insegurança dos potenciais investidores. Já o projeto de arrendamento dos portos está parado há mais de um ano no Tribunal de Contas da União (TCU).

Na reunião ministerial da semana passada, a presidente Dilma Rousseff disse que o governo estava definindo uma "nova carteira" de investimentos em infraestrutura e que as hidrovias foram incluídas no pacote. Atualmente, técnicos do Ministério dos Transportes trabalham no detalhamento dos riscos e na definição do que deve ser incluído nos estudos de viabilidade técnica e econômica.

De acordo com um dos participantes das discussões, estão sendo avaliadas, em um primeiro momento, as concessões das hidrovias dos chamados corredores Oeste-Norte (Rio Tocantins) e Centro-Norte (Rio Madeira), dois importantes eixos de escoamento da produção agrícola e mineral da região Centro-Oeste.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) disponibilizou para o Ministério dos Transportes - que conduz as discussões - o estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental da hidrovia do rio Madeira. O órgão informou ao Valor que este estudo será a base para o processo de concessão.

Com pouco mais de 1 mil km de extensão, a Hidrovia do Madeira tem entre as principais cargas soja, milho, contêineres e fertilizantes. Seu principal porto organizado fica na capital de Rondônia, Porto Velho.

Para viabilizar a concessão da Hidrovia do Tocantins, o governo ainda terá que licitar as obras de derrocamento do Pedral do Lourenço, barreira de rochas com 43 km de extensão que complica a passagem das embarcações no período da seca. A última tentativa de licitação desta obra, orçada em quase R$ 500 milhões, foi realizada em novembro de 2014, mas o único interessado acabou desclassificado por irregularidades na documentação. O ministro dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues, pretende lançar o edital em março.

O barateamento do frete da produção agrícola do Centro-Oeste é considerado a grande vantagem das hidrovias. Estimativas do mercado apontam que o escoamento pelos portos do Norte do país podem representar uma economia de até 70% quando comparado aos custos do desembaraço feito por meio de rodovias até o Porto de Santos.

O modelo econômico da concessão das hidrovias também é objeto das discussões em curso. Uma das possibilidades defendidas no Ministério dos Transportes é a cobrança de uma espécie de pedágio nos terminais de transbordo instalados ao longo das hidrovias, sistema que já foi defendido, mas também rejeitado no governo da presidente Dilma.

Em maio de 2013, o então presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, disse que a modelagem avaliada naquela ocasião era de "concessão administrativa", pela qual a empresa concessionária seria remunerada mensalmente pelo governo. Um ano antes, entretanto, o então diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Pedro Brito, admitia a cobrança do pedágio como uma das possibilidade a serem consideradas.

A atual diretoria da Antaq já tomou conhecimento do início das discussões sobre o programa de concessões de hidrovias, mas ainda não está participando, o que deve acontecer nas próximas etapas do plano.

(Fonte: Valor Ecônomico)
 http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/36715/governo-prepara-pacote-para-concessao-de-hidrovias/

Portos e Codesp promovem 1ª reunião para discutir o escoamento da safra em 2015



Com orientações do ministro Edinho Araújo, a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) promoverá  na próxima terça-feira (10 de fevereiro) o Fórum Operação Safra 2015. A iniciativa atende determinação interministerial englobando as pastas da Agricultura, Transportes e Portos de centralizar no Porto de Santos, com o apoio da Autoridade Portuária, para definir as ações estratégicas para o escoamento da safra neste ano.

O diretor de Planejamento Estratégico e Controle da Codesp, Luis Cláudio Santana Montenegro, informou que o evento será a primeira reunião para controle e acompanhamento do chamado Plano de Competências, implementado para que cada órgão envolvido possa apresentar o que já tem desenvolvido como parte do conjunto  de responsabilidades e atribuições durante o período de escoamento da safra com início previsto para 15 de fevereiro.

“Na safra passada, o agendamento evitou um caos nas áreas portuárias e nos acessos. Este ano, vamos aprimorar o programa, com a disponibilização de mais um pátio para estacionamento temporário de 650 caminhões na Baixada, para que eles aguardam a hora certa de chegar ao Porto, sem comprometer o tráfego local, entre outras ações para garantir o escoamento com segurança e tranquilidade no período de fevereiro até o mês de maior ”, afirmou o ministro Edinho Araújo.

O grupo  é  formado por representantes da Secretaria de Portos  (SEP), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ministério dos Transportes, entidades federais, estaduais, administrações municipais, concessionários rodoviários, ferroviários e hidroviários, associações, sindicatos, embarcadores, armadores e terminais  portuários.

“O desenvolvimento do Plano de Competências estava previsto desde setembro do ano passado e se divide basicamente em dois pontos principais: organização e contingências”,  comenta Montenegro. Ele destaca que, dessa forma, deve contemplar não apenas as ações para o atendimento, desde o agendamento prévio até o momento do embarque, como também a participação de cada órgão na solução rápida de eventuais problemas que venham a ocorrer.

A Codesp  vem utilizando há dois anos um sistema de agendamento de veículos rodoviários que demandam ao Porto. Atualmente, em uma ação integrada e desenvolvida em conjunto com a SEP, garantiu  iniciativas como o Portolog - um sistema que objetiva sincronizar a chegada dos veículos e das cargas nos terminais, a programação e o credenciamento de veículos para uso racional e utilização da plena capacidade de acesso ao porto – e o Vessel Trafic Management Information System (Sistema de Gerenciamento e Informação do Tráfego de Embarcações – VTMIS), um suporte eletrônico à navegação, dotado de radares e câmeras, com capacidade para prover a monitoração ativa do tráfego aquaviário e o conjunto de informações necessárias à tomada de decisão sobre o melhor uso dos acessos aquaviários ao porto.

Quanto à infraestrutura portuária, foi  recentemente entregue ao  tráfego o novo acesso de ligação entre a rodovia Cônego Domênico Rangoni e a avenida Santos Dumont, via que dá acesso aos terminais instalados no Guarujá, construído principalmente em função da necessidade de melhorar o fluxo de chegada e saída das carretas que escoam a safra.  A ligação será incorporada ao projeto da segunda fase da Avenida Perimetral do Guarujá.

O Fórum ocorrerá dia 10 de fevereiro a partir das 8h30min no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini – Concais, localizado no armazém 25,  na Avenida Cândido Gafreé, sem número.



Fonte: http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/noticia/36712/portos-e-codesp-promovem-1-reuniao-para-discutir-o-escoamento-da-safra-em-2015/

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Condomínios e Operadores Logísticos Ativa Logística obtém resultados de sustentabilidade





Quase 8,5 toneladas de papelão e seis toneladas de plástico reciclados em 2013, é o resultado de uma iniciativa interna da Ativa Logística, operador logístico especializado nos segmentos de medicamentos e cosméticos.

Esse volume de material ajudou a preservar quase 297m² de floresta, 169 mil litros de água e quase 6 mil litros de petróleo, utilizados na produção destes materiais.

A Ativa reciclou também cerca de 500 paletes por mês, trabalho feito pela equipe interna da empresa, o que diminuiu o custo em relação à compra de novos paletes. Além da reciclagem, todo o óleo diesel utilizado na frota de mais de 500 veículos da companhia é direcionado para uma empresa de lubrificantes que realiza o descarte sem apresentar risco ao meio ambiente. Já os pneus são destinados a uma especialista em recapagem de vias, além de artigos artesanais.

O objetivo do programa de reciclagem é incentivar seus colaboradores a refletir sobre a importância da sustentabilidade além de tornar a ação um hábito entre todos, proporcionando mais qualidade de vida. O programa de reciclagem envolveu o treinamento de muitos colaboradores, por meio de palestras e exposição de vídeos.

“O nosso objetivo é incentivar os nossos profissionais a colocar em prática a reciclagem e a preservação do meio ambiente. É necessário ter consciência de que somos responsáveis pelo lixo que geramos”, comentou Clovis A. Gil, presidente da Ativa. O executivo tem planos de levar o projeto para todas as 20 filiais localizadas nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Paraná. 



Quase 8,5 toneladas de papelão e seis toneladas de plástico reciclados em 2013, é o resultado de uma iniciativa interna da Ativa Logística, operador logístico especializado nos segmentos de medicamentos e cosméticos.

Esse volume de material ajudou a preservar quase 297m² de floresta, 169 mil litros de água e quase 6 mil litros de petróleo, utilizados na produção destes materiais.

A Ativa reciclou também cerca de 500 paletes por mês, trabalho feito pela equipe interna da empresa, o que diminuiu o custo em relação à compra de novos paletes. Além da reciclagem, todo o óleo diesel utilizado na frota de mais de 500 veículos da companhia é direcionado para uma empresa de lubrificantes que realiza o descarte sem apresentar risco ao meio ambiente. Já os pneus são destinados a uma especialista em recapagem de vias, além de artigos artesanais.

O objetivo do programa de reciclagem é incentivar seus colaboradores a refletir sobre a importância da sustentabilidade além de tornar a ação um hábito entre todos, proporcionando mais qualidade de vida. O programa de reciclagem envolveu o treinamento de muitos colaboradores, por meio de palestras e exposição de vídeos.

“O nosso objetivo é incentivar os nossos profissionais a colocar em prática a reciclagem e a preservação do meio ambiente. É necessário ter consciência de que somos responsáveis pelo lixo que geramos”, comentou Clovis A. Gil, presidente da Ativa. O executivo tem planos de levar o projeto para todas as 20 filiais localizadas nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Paraná. - See more at: http://euamocaminhao.com.br/condominios-e-operadores-logisticos-ativa-logistica-obtem-resultados-de-sustentabilidade#sthash.L1vHXHT7.dpuf

Indústria teve o pior desempenho dos últimos cinco anos, diz CNI



O faturamento da indústria teve queda de 1,8% no ano passado, o que significa a maior retração anual desde 2009,

Os indicadores que retratam o quadro de atividade da indústria brasileira tiveram em 2014 o pior desempenho dos últimos cinco anos e, para o início de 2015, a expectativa do setor é que o cenário de dificuldade continue.
Os dados divulgados ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostraram que o faturamento da indústria teve queda de 1,8% no ano passado, o que significa a maior retração anual desde 2009, quando houve recuo de 4,8%.

“O quadro da indústria em 2014 foi bastante negativo. O nível de atividade espelha as grandes dificuldades que as empresas brasileiras estão tendo: competição com produtos importados, demanda doméstica mais fraca e queda do investimento”, explicou o gerente de Políticas Econômicas da CNI, Flávio Castelo Branco.
“Há uma relação bastante estreita entre a dinâmica da economia brasileira com o desempenho do setor industrial”, diz. A queda de 3,7% nas horas trabalhadas na produção em 2014 também foi o pior resultado desde 2009, quando houve retração de 8% no ano.

Outro indicador que mostrou o pior resultado dos últimos cinco anos foi a utilização da capacidade instalada, que caiu 1,3% no ano passado. Nesse caso, também foi o desempenho mais desfavorável desde 2009, quando o declínio bateu em 2,7%.

O emprego na indústria mostrou retração de 0,7% em 2014, também o mais baixo desde a queda de 3,3% em 2009. A massa salarial, apesar de ter apresentado um crescimento de 1,5% no ano passado, mostrou desaceleração e também significou o pior resultado desde 2009, quando houve retração de 2,3%.
“A necessidade de ajustes na política econômica, com foco na reorganização das contas, levou ao aumento de tributação e à elevação de taxa de juros. E esse quadro só agrava as dificuldades do setor industrial”, disse Castelo Branco.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Eletricidade fica até 33% mais cara para meio milhão de consumidores

Inicialmente, a projeção era de que a tarifa subisse entre 25% e 30% neste ano, mas algumas previsões já estão sendo revistas.




A temporada de aumentos das tarifas de energia elétrica começa nesta terça-feira (3) com cinco distribuidoras do grupo CPFL, uma da Energisa e uma cooperativa rural.

Os pleitos das concessionárias, que atendem mais de meio milhão de consumidores no interior de São Paulo e Minas Gerais, varia de 10,99% a 33,71%, podendo ser maior ou menor conforme análise da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Inicialmente, a projeção era de que a tarifa subisse entre 25% e 30% neste ano, mas algumas previsões já estão sendo revistas para cima. A Federação das Indústrias do Rio (Firjan), por exemplo, calculava um aumento médio de 27% das tarifas do setor industrial em 2015.

Agora, espera-se algo em torno 35%, podendo chegar a 40%, afirma o gerente de Competitividade Industrial e Investimentos do Sistema Firjan, Cristiano Prado. Segundo ele, a mudança de projeção deve-se ao repasse das cotas da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que não terá aporte do Tesouro, como ocorreu no ano passado, e será repassado para a tarifa.

A definição dos valores que serão cobrados em 2015 será votada hoje na reunião da diretoria da Aneel. O número preliminar divulgado para o orçamento é de R$ 23 bilhões. Embora a diretoria da agência afirme que o valor será bem menor, há quem diga que poderá chegar a R$ 26 bilhões.

Na Tendências Consultoria Integrada, a previsão de aumento também está com viés de alta por causa dos custos adicionais da CDE. “Nossa previsão era de 27%, mas alguém terá de pagar a conta da CDE, que não havíamos incorporado nesse percentual”, afirma a analista Adriana Molinari.

As projeções também não consideram o valor que os consumidores pagarão mensalmente no sistema de bandeira tarifária, que representa acréscimo de R$ 3 a cada 100 quilowatt hora consumido, ou seja, o impacto no bolso será ainda maior, afirma o gerente de regulação da Safira Energia, Fábio Cuberos. Com a bandeira tarifária, o aumento na conta de luz poderá chegar a 34%.


Empresários esperam crescimento quase zero e inflação acima de 7%





Já para 2016, a expectativa é mais otimista, mas, mesmo assim, passou por deterioração esta semana.





O mercado financeiro iniciou o segundo mês do ano com expectativas ruins em relação à economia brasileira. O Produto Interno Bruto (PIB), índice que mede o crescimento econômico, deverá fechar o ano com 0,03%, enquanto a inflação prevista no ano será de 7,1%, segundo analistas do setor privado ouvidos pelo Banco Central no Boletim Focus.

A expectativa em relação ao PIB caiu de 0,13% para 0,03% e se aproxima da que foi prevista pelo ministro da Fazenda Joaquim Levy em Davos, de um crescimento “flat”, ou estável. Há quatro semanas, a aposta era de uma alta este ano de 0,50%. Já para 2016, a expectativa é mais otimista, mas, mesmo assim, passou por deterioração esta semana.

A projeção de crescimento de 1,54% da semana anterior foi substituída por uma taxa de 1,50%. Depois da divulgação da última ata do Comitê de Política Monetária (Copom) na semana passada, a mediana das projeções para os preços administrados, cujos reajustes dependem do governo, explodiu no Relatório de Mercado Focus.

O ponto central da pesquisa simplesmente passou de 8,70% para 9,0%, mostrando-se cada vez mais como o vilão da inflação deste ano e se aproximando da projeção mais recente do BC, de 9,3%. Há quatro semanas, a mediana das estimativas para esse indicador estava em 7,85%.
As projeções para esse indicador, portanto, subiram mais de 1 ponto percentual em apenas um mês. Já para 2016, a expectativa é de que a pressão para a inflação desse conjunto de itens seja menor. A mediana das estimativas ficou estável em 5,80% entre uma semana e outra.


Fonte: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/empresarios-esperam-crescimento-quase-zero-e-inflacao-acima-de-7/?cHash=5083fe2ca82a9e6fbe57c1cdd7333485

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

O desenho logístico dos centros de distribuição

DHL
A logística do setor de tecnologia deve ser vista como um investimento para melhorar e agilizar a presença do produto em diversos canais e assim alcançar um maior envolvimento no mercado. Com isso, esse segmento necessita de soluções logísticas abrangentes e flexíveis para se adaptar com eficiência às estratégias e ser integrado com o negócio, sem necessidade de grandes investimentos em infraestrutura, capacidade de transporte ou mão de obra.
Denominada de Solutions Design (SD) essa área é responsável pelo “desenho” de soluções e operações logísticas. O objetivo principal desse departamento é ser referência em diagnóstico e soluções logísticas, além de multiplicar ferramentas de desenho e disseminar boas práticas, agregando valor às operações, clientes e outras áreas da empresa.
Esse departamento desenha as soluções logísticas tanto para projetos de transporte ou armazenagem, combase nas informações do perfil de venda e projeções do cliente. O projeto desenvolvido contempla dimensionamento de recursos operacionais (quantidade de pessoas e equipamentos para trabalhar na operação) através de otimizações de processos funcionais que se enquadrem à necessidade de negócio do cliente, dimensionamento de Centro de Distribuição e frota de transporte, integrando a solução de tecnologia da informação que será usada ou o WMS já utilizado, e os respectivos custos atrelados.
A preparação de um CD (Centro de Distribuição) para atendimento ao setor de tecnologia no Brasil está em grande parte relacionada ao atendimento dos requisitos do cliente, bem como do 3PL, de segurança patrimonial e atendimento ao nível de serviço esperado, evitando a ruptura na cadeia de distribuição. Isso se reflete, respectivamente, em grandes investimentos em circuitos internos de monitoramento e postos de segurança, bem como em certificações institucionais que atestam níveis ostensivos de segurança patrimonial de acordo com standards mundiais.
O SD faz todo o diagnóstico do projeto logístico, como análise de dados e processos operacionais existentes do cliente, e propõe soluções que serão desenvolvidas, com o objetivo de atender os requisitos dos clientes. O SD tem interface com diversas áreas da empresa e contato com recursos tecnológicas e inovações, analisando financeiramente e produtivamente cada uma delas.
Ter uma rede de distribuição já estabelecida, o que possibilita entregar serviços nesta área de forma clara, transparente e profissional, é um dos principais diferenciais do operador logístico que baseia seus processos e gerenciamento das operações com o suporte do time de SD.
O departamento de SD desenvolve soluções customizadas aos clientes, visando o aumento do nível de serviços e lucratividade dos negócios. Essa área é responsável ainda por projetos estratégicos e apoia os objetivos financeiros da empresa, entregando soluções customizadas e de valor agregado às operações, com soluções desenvolvidas com base nas necessidades dos clientes.
A análise criativa e a pró-atividade são fatores fundamentais para desenvolver soluções operacionalmente viáveis e rentáveis às empresas de tecnologia. O “desenho” logístico contempla a ampliação de recursos e processos operacionais. Com o SD, é possível ter uma matriz de decisão do transporte que será utilizado para a operação logística, bem como o modelo ou combinação de modelos de transportes e frotas, garantindo assim uma maior eficiência, maior competitividade e uma ampla segurança da carga já que trata-se de produtos de alto valor agregado.
No sentido de embasar a construção da operação ideal, a área de SD conta com profissionais experientes em todos os setores industriais, com conhecimento nos diversos processos operacionais e que poderão auxiliar o cliente no refinamento de informações e detalhamento do escopo e até mesmo da melhor solução para aquele projeto. Além disso, o SD desenvolve ferramentas corporativas para o design de operações de armazenagem e transportes, benchmarkings operacionais e diversas iniciativas de melhorias contínuas.
Uma vez concluído o desenho operacional mais indicado ao perfil da empresa, a equipe comercial, representando toda a estrutura corporativa, trabalhará junto ao cliente para atingir as expectativas financeiras deste e do operador logístico.
Os principais desafios do setor de tecnologia, atualmente, se baseiam no atendimento do nível de serviço esperado pelos clientes finais, acuracidade dos controles operacionais, politicas de gerenciamento de itens obsoletos e competitividade dos custos logísticos frente a outros competidores. É fundamental que o operador logístico possa auxiliar a empresa na otimização de sua cadeia de suprimentos, aumentando a confiabilidade no atendimento e, consequentemente, em seus custos operacionais.
(*Giuliano Quagliato é diretor de soluções logísticas da DHL Supply Chain do Brasil)
Fonte: http://www.cargonews.com.br/o-desenho-logistico-dos-centros-de-distribuicao/

Rota aérea entre São Paulo e Bahia liga interior do estado a mais de 50 destinos





Com o voo inaugural realizado entre Feira de Santana, a 116 quilômetros de Salvador, e Campinas, no estado de São Paulo, nesta segunda-feira (2), a população do interior baiano ganhou nova opção de viagem sem passar pelo tradicional aeroporto da capital. A rota, que começa a operar já partir desta segunda, é oferecida pela companhia Azul Linhas Aéreas, de segunda a sexta-feira, com saídas de Campinas às 12h16, e partidas de Feira de Santana às 14h.

Para incentivar a aviação regional, o Governo da Bahia tem concedido redução no valor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) às companhias aéreas que atendam à população do interior. Isso foi possível depois da reforma de terminais, como o de Feira, entregue em dezembro do ano passado.

O governador Rui Costa, o secretário estadual de Infraestrutura, Marcus Cavalcanti, empresários e representantes da Azul estiveram a bordo do primeiro avião a fazer oficialmente a rota. Segundo Rui Costa, o investimento na aviação regional no estado não se restringe aos voos e envolve também a infraestrutura necessária para atender essa demanda que tende a crescer.

"Temos planos para investir no interior da Bahia, fortalecendo a parceria com essas empresas e com a construção de novos aeroportos, como o de Vitória da Conquista, além do reforço nas estruturas que já existem, como a previsão de ampliação da pista e a criação de voos noturnos em Feira de Santana", disse o governador. 

Com capacidade para 106 passageiros, a aeronave fabricada no Brasil, pela Embraer, aterrissou no Terminal João Durval Carneiro, em Feira, por volta das 13h30. Quem optar por esse voo, pode fazer a opção de, a partir de São Paulo, voar para mais de 50 conexões em destinos nacionais, além dos Estados Unidos, pela mesma companhia. 


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